domingo, 7 de agosto de 2011

Sinto que algo em mim mudou, ainda não sei o que é, estou em fase de descobrimento. Meu olhar para as pessoas não é mais o mesmo, o meu amor escorrega pela minha mão de forma com que não haja possibilidade de tentar segura-lo... Aos poucos ele vai caindo, se distanciando... Nem meu maior grito, nem meu desespero inconstante vai fazer ele ficar. E dessa fez, meu inconformismo, vai ficar só em lagrimas.

sábado, 9 de julho de 2011

Imposição, é a palavra do momento!

domingo, 17 de abril de 2011

Como saber o que fazer em um momento de desespero? Como saber quando o amor deixa de ser saudável? Como aceitar o fim sem querer se jogar da janela do 5º andar? O fato é que não consigo viver se não for de amor, se não for de dor... Confesso que me sinto uma otária chorando pelos cantos por não ter ao meu lado quem eu idealizo, pessoas são pessoas, por mais amor que exista, estas não mudam, são sempre como são. Eu cobro, mas também não mudo, prefiro que seja a minha maneira, pensamento egoísta. A verdade é que é fácil querer a mudança do outro, mas é difícil trabalhar em nós mesmos... E no fundo, eu acho que gosto de sofrer por amor, me faz sentir viva e ver que realmente estou sozinha.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

E de repente, percebo que a minha realidade não passa de uma doce ilusão, de repente, como um tapa na cara, rápido, sem pensar, tudo é arrancado de mim. E sempre quando essas coisas acontecem, acho que não vou acordar no outro dia, mas e quem sabe? Se a vida é assim, tão incerta, não sei o que me espera, e sinceramente, prefiro não saber, tenho um medo do amanhã absurdo. Espero acordar e não chorar, e não suplicar, e não chamar por você...

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Poderia ser como um filme, dois passos, meia palavra e um sorriso completo. Como um dia no parque, como o primeiro beijo dos apaixonados. Poderia ser como borboletas no estômago. Poderia ser como a primeira vez. Como gargalhadas sinceras, como os cabelos ao vento, natural. Poderia ser de qualquer outra forma que não fosse a minha, ser como algo real, que pudesse ser tocado. Poderia sair da ilusão. Poderia sempre, sempre ser janeiro com o frio de julho e o cheiro das flores na primavera. Encantar a cada vez que fosse visto, sentir arrepio a cada vez que fosse tocado. Poderia ser simples, como uma peça de teatro com duração de 75 minutos. Simples como o despertar da bela adormecida, como cada dia que chega, simples... Sem pedir nada em troca. Poderia ser do seu jeito... Eu deixaria me levar...

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Não é hora de pensar no passado, não é hora de sentir falta, nem hora de me culpar pelos erros cometidos. Não devo pensar como seria. É hora de sentir o frio e apreciar o momento, é hora de deixar a poesia chegar novamente, de dormir às 3 e acordar às 5 sem sono algum. É hora de reencontrar Deus nas coisas mais simples, de agradecer pelo estresse diário... É hora de deixar as reclamações de lado, nunca fui de reclamar, e nem deveria ser agora. É hora de olhar nos olhos do meu amor, e redescobrir o sentimento perdido, de me contagiar com seu sorriso e contar novas histórias... De apreciar suas invenções e gargalhar com suas piadas sem graça. É hora de ser diferente, de ter atitude e chegar ao objetivo... É hora de gritar para ser ouvida!

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Não dê muitas voltas, você pode ficar tonto. O mundo nos ensina a ir direto ao ponto, a dizer o que pensamos, a nos mostrar... Se você não faz do jeito que ele ensina, ele te exclui, shift delete!
A sinceridade é o melhor caminho, e acredite, se lhe parecer o pior, saiba que mesmo assim será o melhor...