quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Não dê muitas voltas, você pode ficar tonto. O mundo nos ensina a ir direto ao ponto, a dizer o que pensamos, a nos mostrar... Se você não faz do jeito que ele ensina, ele te exclui, shift delete!
A sinceridade é o melhor caminho, e acredite, se lhe parecer o pior, saiba que mesmo assim será o melhor...

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Eu visto social, tenho o cabelo bagunçado e meu sapato está apertado. Eu não me sinto entre eles. As contas estão vencidas, as lições não foram feitas, e a cama está desforrada. Mais uma vez, eu não me sinto entre eles. Palavras por dizer,sorrisos sem porque... Eu já nem sei se estou aqui! Bobagens ditas, e há tempo para isso? Já nem sei se faço parte deles, pensamentos distintos, distinção de alegrias. Complexos criados por mim mesmo. Descobri, faz tempo que não estou mais aqui!

sábado, 21 de agosto de 2010

Sutil. Anda devagar, para, breve olhar para esquerda em busca do que perdeu. A outra olha-o com medo, aflição e dor no coração. Distração, sem se dar conta de que não é mais o mesmo. Impede a passagem, a beija com desejo, não com paixão. Esconde o jogo, finge que não sabe. Fala sobre amor com facilidade. Demonstra com imperfeição. Lembra do passado, mata a saudade em um copo de ilusão.

domingo, 11 de julho de 2010

Confissões na madrugada, breve tristeza ao existir. Claro pensar do que não foi. Duvidas batendo a porta que já está entreaberta. Confusões, o não saber se é dia ou noite. Angústia, frio, dor e medo. Sempre voltamos ao mesmo lugar, rodamos por espaços nunca visitados e sempre voltamos ao mesmo lugar! Expressões fingidas, distancia da única pessoa que se encontra por perto. Combinações drásticas. A existência por acaso de um ser ausente. Ausente de mim. A droga do amor que toma posse de todo o ser, que se faz complicar a cada vez que aumenta, a cada vez que existe dentro de mim. A droga do amor essencial para o ser.

domingo, 27 de junho de 2010

Futilidades. Formas de viver a vida. Conviver com o não, aceitar o sim. Permitir ilusões. Distrair-me com seu sorriso, ou torturar-me com sua ausencia? O que me faz sentir medo, o fato de saber, ou o não querer saber? Tuas palavras, teu olhar ou teus gestos? Começo sem fim, fim sem começo, medo de finalizar. Palavras ditas ao vento, falta do entender, confusão, troca de identidades. Musicas passadas, momentos presentes e vice-versa.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Complicações, gritos, aflições, beijos, abraços, amasso. O que não é certo? Aceitar, permitir, inventar, odiar, amar. O que pode ser mais verdadeiro? Pedir, implorar, suplicar, não gostar, querer mais, suportar. Onde vamos parar? A dor, o sofrimento, a lágrima, a piedade, dó, ou compaixão? Voltamos à dor! Sentir o vazio, deixar o arrepio, aceitar traições. Ser a outra, ou pensar ser a única? A farsa, o escondido, o abrigo, e o perigo. Onde estão? Amar ou ser amado? Aceitar a rejeição, implorar de coração, pedir a compaixão. Complicar com gritos, sentir arrepios aos beijos e abraços, que geram os amassos. Acreditar-nos que é dito, fingir de qualquer jeito, ir em busca do perfeito. Rimar para parecer direito. Criar situações, pedir, por favor, ou simplesmente mandar. Ver o fim com desespero, ou pensar ser um novo começo?

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Nada do que fiz foi em vão, faria tudo novamente. Acho que mesmo sabendo das dores que viria a sentir mais tarde, insistiria novamente em você, faria o que pudesse e o que me fosse permitido, inventaria os mais ridículos versos de amor, gritaria para todo mundo ouvir. Porque quando amamos, ficamos assim, ridículos, sem noção do perigo. O amor é algo tão louco, que quando nos pega de verdade, nos faz cometer loucuras, que nunca cometeríamos em um estado normal, acho graça na coragem que o amor nos traz, acho graça quando confundo amor com loucura, e fico me perguntando se é amor mesmo ou se preciso ser internada em uma clinica para loucos, porque este sentimento tão puro e ao mesmo tempo tão manipulador, me faz resgatar sentimentos que jamais conhecera, me faz cometer o que mais odeio e discrimino em outras pessoas, me faz mostrar o meu verdadeiro EU, e me faz descobrir que não sou tão boa quanto penso.